você sabe o que é Transtorno de Défict de Atenção/Hiperatividade ou TDAH?


TDAH é um transtorno neuropsiquiátrico, caracterizado basicamente por distração, inquietação e dificuldade com o controle inibitório, manifestada por impulsividade comportamental e cognitiva. TDAH é a condição crônica de saúde de maior prevalência em crianças em idade escolar. Estima-se que 5 a 8% da população em idade escolar pode ter TDAH. Aproximadamente 2% dos adultos podem sofrer de TDAH. Em 50% das crianças com TDAH, os sintomas persistem quando adultos.


Quais são os principais sintomas?



Como é feito o diagnóstico?


O diagnóstico deve ser realizado por um profissional da área da saúde (psicólogo, neurologista ou psiquiatra) e o sujeito deve apresentar pelo menos 6 dos sintomas de desatenção e/ou hiperatividade. É importante considerar a duração, frequência e intensidade dos sintomas, assim como o grau de prejuízo destes. A avaliação diagnóstica deve envolver os pais, a criança e escola (professores).

Existem tipos diferentes de TDAH?



Quais os prejuízos para o portador de TDAH?


Os prejuízos envolvem: baixo desempenho escolar/profissional, dificuldade nos relacionamentos, baixa autoestima, interferência no desenvolvimento educacional e social, predisposição a outros distúrbios psiquiátricos. É comum o TDAH estar ligado a outras doenças? Sim, as comorbidades mais comuns são: transtorno de conduta e transtorno opositor desafiante, depressão, transtornos de ansiedade, abuso e/ou dependência de drogas.

Quais os tratamentos disponíveis?



Qual o prognóstico?


Acreditava-se que o TDAH melhorava no final da adolescência. Entretanto, 30% a 70% apresentarão TDAH na idade adulta, altos índices de reprovação escolar, índice piorado quando associado a outros transtornos. Adultos com passado de TDAH podem apresentar quadros de impulsividade, alcoolismo e/ou uso de drogas, problemas com a justiça, transtorno de personalidade ou personalidade antissocial, transtorno do humor, transtorno de ansiedade, esquizofrenia. Fique atento diante de alguém com algum destes sintomas e procure ajuda profissional. Quanto antes diagnosticar e tratar, melhor o prognóstico.